quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Nine do Nine de Dois Mil e Nine

Claro que hoje eu poderia deixar de postar alguma coisa. Porque!?

Porque você é um maluco numerologista!?
R: Não, são sou numerologista. Mas acredito que os números não controlam as situações, as coincidências por acaso não existem, porque além de ser um pleonasmo [que tem 9 letras], os números foram criados para que se contasse as coisas que existem no concreto, ou seja, derivam até mesmo de conceitos imaginários sobre as coisas existentes. Quase um tremendo sofisma, mas na verdade só uma forma absurda e divertida de por nesse blog algum comentário sobre um dia normal e divertido, como qualquer outro dia. Alguns adoram os números, eu adoro quem criou todo esse caos organizado [só pra deixar claro que é seria muito mais organizado se não fosse por certos seres que acham que vieram de macacos, e por certas raízes negativas] e antes mesmo de o homem se dar conta que uma concha tem a mesma progressão das falanges do seu dedo médio ou que _____ esse espaço vazio precisava ser preenchido, Ele já existia e o conceito já existia. Sou um maluco por números. Isso sim.

Porque o mundo vai acabar hoje as 09:09:09?
R: Qual delas!? A.M ou P.M!? BTW, já estamos no Ramadã!?

Porque saiu hoje o Beatles Rock Band!?
R: Podia até ser, já que o jogo parece o máximo e os Beatles eram cheios dessas coisas malucas, muitas deles, a maioria dos outros, algumas que foram embora com os 9 Pauls. E não, não estou criando uma nova!

São muitas respostas a muitas perguntas. Os japoneses e chineses, dependendo de palavras deles que se parecem com números dizem que é ruim ou é bom, respectivamente. Alguns recorrem a Pitágoras, outros a uns malucos que aparecem nos programas de culinária de tarde e ficam falando bobeira. Outros esperam sair o filme 9 do Tim Burton, que estreou no mundo, menos no Brazil, e outros paises.

Eu acho interessante. Acho que como um dia normal, ter algo que é comum a todos os anos e só ira se repetir daqui a tempo demais para se ver de novo, pode-se aproveitar momentos sem sentido as vezes. Como esse.

Ou é só mesmo nada.

Porque o título está em alemão.

De qualquer jeito, pelos Beatles, e a boa música, e porque não consigo deixar de...a música vai explicar.



Letra

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Wordle

Wordle: Untitled

Esse site interessante tem um algoritmo em Java que seleciona as palavras que mais aparecem em um site todo, ou apenas um texto que você pode colar, e monta essa imagem interessante e totalmente personalizada.

Digamos que fica um resumo fácil de tudo que já se passou nesse blog, que anda meio abandonado, não por falta de idéias, mas por falta de parar para para escrever mesmo.

sábado, 25 de julho de 2009

Pré-Insônia #112 ou Me Tragam Durepox!

Diz-se por aí que as coisas não são realmente o que parecem ser. Muitos filósofos tiveram suas impressões das coisas, atribuindo as suas características à sua naturalidade de coisas ou ao nosso sentido delas, ou até mesmo das duas formas. No meio de tudo...

Meio de tudo!?

Tudo. Tudo é muito grande. Tão grande quanto muito grande pode prover de grandeza. E ainda assim: maior. O infinito muitas vezes pode ser pensado como um ciclo, um bambôle de coisas, que não se pode precisar pontos neles. O frio em poucos pontos sensoriais da minha bochecha quando a argola pendurada no milagre encosta devagar. É muito difícil saber o meio de tudo, porque ou tudo tem um meio, e olhamos para as duas metades que faltam e imaginamos: "Não podia ser um pouquinho mais pra lá, ou mais pra cá? Ou, infinitamente mais pra qualquer um dos lados? E isso porque estamos pensando ainda linearmente."

E nessa hora o astronauta se joga 40 anos atrás do passado, porque o espaço ainda é o mesmo? Ainda tem o mesmo número de átomos? Existe um número fixo para eles?

Rio de consciência. Um chimpanzé com uma máquina de escrever encerrado mil anos em uma saleta digitando à deriva do vago mar que deve ser sua mente. Um mar cheio de bananas na cabeça da criança que algum dia vai aprender que melancias as vezes servem, e tão bem quanto. Vai aprender a usar as possibilidades, a calcular probabilidades, a realizar sonhos...se é que isso se aprende.

Alguns sonhos são realmente muito bons. Outros, terrivelmente ruins. Mas nenhum é tão ou tão ruim quanto sonhar o contrário, ou realizar o sonho. Respectivamente, ao contrário.

Não fazia idéia do que ia escrever, só ia deixar rolar as águas debaixo dos meus pés enquanto penso no infinito e em você. Poderia eu parar pra pensar e não pensar em você?

Impossível. Vamos apelar para as palavras que tem significado absoluto. Como os números dentro de um módulo, ou a distância da ponta do seu nariz ao primeiro átomo a frente dela.

Chimpanzés. Eu preferia ter evoluído direto de coaservados. Pelo menos eles não se preocupavam com padrões de beleza. E tudo é tão bonito. Toda a natureza, do verde ao vermelho. E ainda dizem que explodiu e surgiu. Imaginem só quando explodir e o que existe dentro da inexistência da cabeça dura e do olho darwinico perfeito for o que for real para sempre. Sempre. Sem tempo.

As coisas realmente não são o que parecem ser. Mas só são o que são. Por isso ruins-ruins, ou boas-boas.

Eu particularmente, com você, fico com as incríveis-críveis-incríveis.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Um Dia a frente pra falar de um Dia atrás faz parecer que é Hoje

2678400 segundos e contando.
Agora, são muito mais.
E agora mais, e assim sucessivamente.

As dimensões paralelas do universo desconhecido completamente e o universo de coisas se se formam a nossa volta. Porque na verdade, universos, são somente um conjunto de coisas que a gente quer juntar e dizer que de alguma forma tem uma relação caótica e correta ao mesmo tempo, mesmo sendo correta e não sendo caótica, mas do ponto de vista claro do observador é algo extremamente incrível.

Tão incrível quanto é grande o universo que a gente chama de universo na maioria das vezes.

É difícil falar do cotidiano e das impressões e filosofias do tipo quando se fecha o livro no ônibus para se tentar pensar em alguma coisa só e deixar de absorver as letras do livro ao invés de entrar na sua história porque na verdade se quer sair, fazem de grandes frases contínuas um completo eixo de sentido que liga as duas rodas do pensamento principal: o cérebro e o coração.

Se parar pra pensar o cérebro tem um coração, mas o coração não tem cérebro. Balanceamento e alinhamento são completamente necessários! E nenhum pode viver sem o outro. Do mesmo jeito acontece com esses dois conjuntos incríveis e amados aminoácidos super desenvolvidos. Nós.

Esses posts estão cada vez mais pessoais, mas não quer dizer que todos os anteriores não eram, basta lê-los com os óculos certos.

Quais? Não ia ter graça se eu dissesse.

A importância da felicidade só pode ser medida quando ela é encontrada, mas como se pode ter certeza de que a encontrou? Basta pensar o contrário. E eu literalmente amo pensar o contrário, porque o bom parece ficar ainda melhor, e o excelente fica inefável. Mas não se deve passar muito tempo pensando no contrário, ou pelo costume, pode-se começar a pensar no que seria, o que alta e completamente diferente.

Agradeço a por tudo.
Frase anterior com sujeito oculto e invisível.

E eu, Patrulheiro Especial. Dono dos anéis, mas não o seu Senhor.

Ainda bem...

terça-feira, 14 de julho de 2009

Eu, Patrulheiro Espacial...

E lá estava ele voando entre as sinapses de seus longíquos pensamentos em meio ao nada dos grandes buracos negros. Se candidatando, sem saber, a séries de televisão cheios de caras como ele, ou em que ele até salva algumas pessoas. Sendo quem ele gosta de ser. E bem lá dentro um quebra-cabeça quase completo, de infinitas peças, cada uma com seu significado. Peças que mudavam e mudavam de lugar formando desenhos que despertariam os mais diferentes tipos de reações, mas sempre, sempre, um espaço sobrava para uma peça, do tamanho de um cisco de poeira e com a profundidade do infinito total: a peça faltante!

Hoje, ela é peça falante. E que ri também. E ilumina o dia e a noite quando reflete a luz que vem de dentro dela.

E o Patrulheiro Espacial se tornou: Patrulheiro Especial...e outras siglas mais que vem do empirismo das experiências que virão. Onde a ciência é somente consciente com as verdades eternas que se descobre todos os dias. A sensibilidade é criativa o suficiente para surpreender a cada palavra compartilhada. A cada brilho no mais profundo olhar onde a idade da estrela ainda mostra que ela esta viva pois a luz alcança sua velocidade máxima. Onde o sorriso ultrapassa as medidas do rosto sem se distorcer simplesmente porque se compara ao sorriso de uma particula nanométrica. Onde a viagem ultrapassa o convencional e poderia ser descrita de todos os jeitos agradáveis possíveis. Onde a Felicidade é tão amiga e tão presente quanto a vibração é para uma corda.

E existe música!



Letra

E a viagem interplanetária continua. E no meio do nada ainda assim pode-se sentir a existência de todas as palavrinhas que fazem todo sentido. O destino ainda é um mistério, mas tem quem cuide dele pra gente.

E cada palavra faça seu máximo sentido e ecooe em todas as dimensões paralelas, onde na Dimensão Inversa eu ainda te amo mesmo que seja eu que tenha cabelo grande.

Para Noone, que visita aqui de vez em quando, curta a música! É um pouco curta, mas a próxima promete!

Let's fly!

sábado, 11 de julho de 2009

Here and Now - Phil Keaggy

Dias felizes em que o tempo existe mas não importa. Em que o Destino e o Sentido caminham do nosso lado e vivem batendo na porta. A gente leva eles até o escritório do Chefe Maior e espera ele falar e o que for assim será. A fenda espaço-temporal existe sim, mas nós podemos olhar para ela com os olhos do pensamento e saber que dentro do infinito cabem todas as idéias e imaginações e sonhos das nossas cabeças-corações. E sobre uma rocha firme olhando a revolução dos céus é onde eu quero sempre ficar.

E não é só isso.

A música abaixo não precisa de muita apresentação. Phil Keaggy, um violão, e um folk simples e cheio, pra se ouvir qualquer hora do dia a qualquer momento. A letra pode causar frio na espinha, mas essa é a intenção.




Here and Now
By Phil Keaggy from "Way Back Home"

Here they as one take their stand,
Two lives joined together,
Two hears bound forever
And oh what a treasure they've found.
Here and now, Father bless them
That their heartbeat as one may resound.

There is a gleam in their eyes,
A sweet kind of laughter,
Your will they've run after,
Your word they have held as their guide,
Here and now, Father bless them
And in You they will be satisfied.

Arise my darling and come along,
The rain is over and gone, the flowers are here.
My eyes behold, you are beautiful,
To hold you and never pull away
When you draw near.

There is a song in their hearts,
They vow to each other to care and to cover,
To share joys and sorrows alike.
Here and now, Father bless them,
And in turn they will bring you delight.

E como sempre: não é só isso.

PS: As vezes o DivShare fica com certa frescura digital, para resolver é só clicar no título da postagem, a página deverá recarregar e a música magicamente aparecer. Ou pelo menos é o que deveria acontecer...

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Por 1 Momento Elevado ao Infinito

Parar para pensar não é realmente parar pois para parar é necessário parar o que? Essa frase ficaria mais legível se não existissem as novas regras da gramática, que de tão orgulhosa, continua acentuada, em ambos os sentidos. Quais? Pergunte ao sujeito.

A musica abaixo serve pra ouvir enquanto se lê o texto, achei ela bastante indissociável porque é terrivelmente grudenta e também incrivelmente divertida. Está bem cortada, pois tem 12 minutos, e uma história muito interessante que eu contarei no próximo post. Que jogada não?! Os primeiros segundos são os mais importantes, portanto, você vai querer voltar para ouvir de novo.




O tempo e o destino ainda são grandes mistérios pra mim leigo filósofo na raiz da palavra: um amigo do conhecimento, não um absoluto conhecedor. Já dizia Sócrates, que não era tão sortudo por ter uma companheira megera e que detestava pensar. É difícil não incluir esse assunto agora nos meus pensamentos porque ele não é necessariamente incluído mais fica sempre na sua rede de sinapses tomando água de coco e conjecturando para as gaivotas de pensamentos que voam no meu córtex cerebral com os lobos todos uivando pra lá e pra cá para a grande Lua que é uma alegoria tão abrangente quanto eu não queria que fosse. Vou ter que esperar até que possamos conversar novamente, eu e você Noone, sobre assuntos novos, mais um pouquinho. Porque eu gosto mesmo de reverter todos as frases subordinadas, afinal, elas são minhas subordinadas. Do sujeito que escreve.

Uma semana perto da borda do continente incrívelmente paradoxal. Não a borda, ela é somente onde acaba o mundo civilizado na forma humana e onde começa o civilizado na forma aquática [que me parece muito mais organizado por viver ainda sob as regras eternas seja da lógica do ser perfeito de Descartes, seja de Jeová...evolução? Mutação.]. Assim sendo, os pensamentos tem tanto espaço quanto o boomerang que minha irmã esqueceu de levar. O suspense me mata.

Em meio a areias infinitas se tratando de pontinhos e ao nascimento da Lua e o por-do-sol escondido pela Serra do Mar, o tempo é algo bastante relativo ainda assim: ele funciona em todo lugar do mesmo jeito: o jeito que não deveria funcionar: o jeito que ele fuciona: o jeito que eu não entendo.

Mas vou entender. Nem que seja só quando ele não existir mais.

As vezes é mais fácil entender algo quando ele perde totalmente o sentido. Por exemplo? Explicar a existência de Deus. A fé nega até o sentido, mesmo sendo racional ainda assim é ilógica. Pra alguns a falta de lógica é uma incrível serventia, para outros uma incrível bobagem, e para outros algo incrivelmente fascinante. Muitas vezes pode-se ter dois desses fatores ao mesmo tempo, mais um sempre fica incondiscional e muitas vezes irrepreensívelmente e impreterivelmente muito muito secreto, ou seja, aquela palavra que a gente não sabe a existência nem da sua forma sem "in" [o que não quer dizer que ela seja "out", lembrem-se de Schopenhauer]: o inconsciente.

Enquanto a chuva cai aqui e eu me lembro dos dias ensolarados e de temperatura amena que foram maravilhosamente bons mas ainda assim tão pela metade. O sol parecia só meio ensolarado, e a lua meio escondida, e as nuvens meio afastadas. Tudo estava ali e estava no meio. O tempo também estava no meio, sempre se metendo onde não é chamado, forçando a linearidade das ações incondiscionais estrapolando a ordem dos Mistérios Incríveis e fazendo o Destino saltar na sua cara como a espuma das ondas.

Por um momento eu quero um momento infinito. Um momento pra dizer que o momento de agora não é mais o de agora depois desse outro e todos são lembranças. Só existe passado? Ou só futuro? Chame de Futuro do Passado o presente e de Presente do Passado a lembrança.

E os relógios continuaram derrentendo enquanto o que há bem aqui dentro guardado a sete chaves no jarro de pó só seja doado a quem merece, a quem nasceu pra merecer: o assunto que não me sai da cabeça...a única linha que me faz escrever linhas sem fim. A que me faz ser a Razão Áurea, na ida e na volta. Quádruplo sentido!

E não é só isso.

Ф=ΔT*L
Onde L=1+∞*√-3, a constante. Onde os números imaginários fazem sentido matemático: acredita quem quiser...e com acentuação no "oo". Mas essa fórmula só durou uma semana, ainda bem!

PS: Salvador Dali era um louco de pedra que achava que era o que Descartes propôs. Pelo menos "mecanisticamente" falando ele desenhava muito bem. É o que está valendo aqui. Os bigodes eram rídiculamente ótimos também. Pra tudo se tem um Einsteriótipo.